segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Brasil figura em ranking mundial de tecnologia de informação

da BBC Brasil

Três companhias brasileiras fazem parte de um ranking mundial das cem melhores empresas provedoras de serviços de tecnologia de informação (IT, na sigla em inglês) e de "outsourcing" a ser publicado no mês que vem.

Duas delas --CPM Braxis e DBA Engenharia de Sistemas-- figuram no ranking desde 2006, e a outra --Politec-- entrou na lista no ano passado, informou um porta-voz da revista Global Services, do grupo CyberMedia. A sondagem está em sua quarta edição.

O país com mais empresas na lista é os Estados Unidos: 43 no total. Já a Índia, com 29, é o país emergente que mais sedia empresas líderes nos setores de IT e outsourcing. Segundo a revista, as empresas indianas tiram entre dois terços e três quartos de seus proventos da economia americana.

China e Malásia aparecem com quatro empresas cada uma, e três empresas russas estão na lista. Para a CyberMedia, a presença de empresas deste ramo no Brasil, na Rússia, na China e na Malásia "é um pequeno lembrete de que estes países estão emergindo como destinos viáveis de outsourcing".

Estas companhias provêem diversos serviços, que incluem IT, finanças, contabilidade, infra-estrutura, recursos humanos e centros de contato. Quase metade delas provê serviços de outsourcing e IT, cerca de 30% provêem apenas IT e outros 21% provêm apenas outsourcing.

Argentina, Canadá, México, Filipinas, Cingapura e Reino Unido aparecem no ranking com duas empresas, e República Tcheca, França e Ucrânia aparecem com uma cada qual.

A pesquisa dividiu as empresas em categorias, e elegeu as líderes. Entre estas, destacam-se a provedora de softwares indiana Tata Consultancy Services (TCS) como a melhor companhia de serviços de IT, e a mexicana Softtek como destaque dos mercados do hemisfério Sul.

Fonte: FolhaOnLine

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quinta-feira, fevereiro 21, 2008

A arte de negociar

A arte de negociar !

PAI - escolhi uma ótima moça para você casar.
FILHO - Mas, pai, eu prefiro escolher a minha mulher.
PAI - Meu filho, ela é filha do Bill Gates...
FILHO - Bem, neste caso, eu aceito.
Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.
PAI - Bill, eu tenho o marido para a sua filha!
BILL GATES - Mas a minha filha é muito jovem para casar!
PAI - Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial...
BILL GATES - Neste caso, tudo bem.
Finalmente, o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.
PAI - Sr. Presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
PRES. BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, mais do que o necessário.
PAI - Mas, Sr., este jovem é genro do Bill Gates.
PRES. BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo!

Moral da estória: Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.


Fonte: Email recebido...

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terça-feira, fevereiro 19, 2008

TI irá desembarcar na Bolsa

Diversas empresas de áreas ligadas à TI (tecnologia da informação) estão preparando sua ida à Bolsa. Em meio às turbulências nos mercados acionários mundiais, um dos caminhos escolhidos é o da Bovespa Mais, que possibilita captações menores. A próxima companhia a tomar esse rumo deve ser a Senior Solution, cujos principais sócios são o fundo de venture capital Stratus e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A decisão final será tomada entre março e abril. E o IPO está programado para ocorrer ainda no 1º semestre do ano. "Estávamos aguardando para ver como seria a estréia do Bovespa Mais. Nossa avaliação é que, mesmo em um momento de alta aversão a riscos, a chegada da Nutriplant mostrou que nossa ida ao novo segmento é viável", explica o presidente da Senior Solution, Bernardo Gomes. A empresa, que tem como clientes os dez maiores bancos privados do País, dobrou seu faturamento - de R$ 15 milhões para R$ 30 milhões - entre 2006 e 2007. "Com o IPO, esperamos ter fôlego para faturar R$ 400 milhões em alguns anos. Isso tornará possível nosso planos de internacionalização. Para isso, precisaremos do mercado de capitais para continuar adquirindo empresas e ganhando escala e volume", afirma Gomes.

Há outras companhias de TI do País que mantêm o interesse em listar-se e negociar ações. Porém, devem aguardar um momento mais favorável para preparar sua oferta pública inicial de ações. É o caso da goiana Politec, que atua com manutenção de software e sistemas e gestão de empresas. Seu faturamento anual é superior a R$ 500 milhões. "Nosso plano é ir à Bolsa em 2009. Queremos chegar ao Novo Mercado e, por isso, temos de aguardar a próxima janela que o mercado abrir", diz o diretor-presidente da Politec, Luiz Ribeiro.

Outra companhia do segmento de TI que se estrutura para fazer IPO é a CPM Braxis, uma das maiores empresas brasileira de TI. No entanto, de acordo com as informações apuradas pela Gazeta Mercantil, sua oferta não ocorrerá em 2008. A empresa organiza-se internamente e o assunto voltará à ordem do dia com maior intensidade no fim do ano. "Há, em TI, uma corrida por consolidação, ganhar musculatura e ir à Bolsa", afirma o conselheiro da ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital), Sidney Chameh.

O executivo, que também é sócio-fundador da DGF (Decisão Gestão de Fundos), foi um dos responsáveis pelo aporte que gerou, em 2005, a fusão entre Microsiga e Logocenter. No ano seguinte, fortalecida, a empresa abriu capital na Bovespa, com nome de Totvs. Com a oferta mista de papéis, levantou aproximadamente R$ 460 milhões. "Acredito que há pelo menos dez empresas do setor em processo de preparação para fazer seu IPO. Até o fim do ano passado, uma companhia com faturamento anual de R$ 100 milhões era alvo para ir à Bolsa. Agora, terão de esperar um momento mais favorável, devido ao nível de incerteza na economia norte-americana", pondera.

Na prateleira da CVM

Atualmente, duas companhias de TI têm pedidos de registros em análises na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). São a Tivit, que deu entrada no processo no início de outubro do ano passado, e a Locaweb, que fez o mesmo no fim do mês seguinte. A Tivit, no entanto, solicitou a suspensão da oferta por 60 dias. Durante o período, pode optar por dar seqüência ao processo ou desistir de fazer seu IPO.

Para o diretor de auditoria da BDO Trevisan, Henrique Campos, ofertas de ações de outras empresas de tecnologia da informação devem vir ainda no segundo trimestre do ano. "Há dois fatores que definirão esse movimento. O primeiro tem relação com os balanços e análises de resultados das empresas - o prazo vai até 31 de março. O segundo fator será o término do ano financeiro, que acontece em 31 de julho", cita, referindo-se ao mercado americano. "Até lá, muitas das empresas de TI com origem familiar devem decidir ir ao mercado", estima o especialista de mercado de capitais da BDO Trevisan.

Há, entretanto, outros fatores que podem tornar a ida de empresas de TI à Bovespa mais lenta. "O maior deles está ligado às relações trabalhistas que essas firmas mantêm com seus colaboradores", diz um dos sócios da Deloitte, Eduardo Jorge Costa. "Há nelas um alto nível de terceirização e são poucas as que seguem as normas trabalhistas da forma adequada", diz o executivo.

Para Costa, o mercado mostrará para essas companhias que fazer uma oferta de ações listando-se no Bolsa de Valores não será mais viável. "Os bancos coordenadores não têm muito interesse por colocações menores, que é o propósito desse tipo de segmento. E, além disso, como o mercado está mais seletivo na escolha de papéis, acho que o jeito será mesmo ir direto para o Novo Mercado", explica Costa.

O valor médio para a oferta de ações de uma companhia do segmento de TI é de R$ 600 milhões. O cálculo é do advogado Gustavo Contrucci, do escritório Castro, Barros, Sobral e Gomes, que confirma que a questão da governança corporativa é um dos aspectos muito considerados pelo mercado ultimamente. "O caso Cisco fez com que essa percepção se acentuasse", afirma o advogado.

Em outubro do ano passado, a Cisco foi acusada de organizar um esquema fraudulento de importações para não recolher impostos, cuja investigação se prolonga até hoje. De acordo com a PF (Polícia Federal), as perdas para o Fisco podem ter alcançado mais de R$ 500 milhões nos últimos cinco anos.

Na ocasião, o presidente da companhia no Brasil, Pedro Ripper, foi preso pela PF. "Após esse episódio, houve uma certa retração de empresários do setor. Eu tinha um cliente cujo contrato de compra de uma companhia estava assinado. Desistiu", lembra o advogado. O negócio envolvia, segundo Contrucci, R$ 148 milhões.(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Luciano Feltrin)

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sexta-feira, janeiro 25, 2008

CPM Braxis cancela registro de companhia aberta

CPM Braxis cancela registro de companhia aberta

por IT Web

15/08/2007
Companhia enviou comunicado à CVM, em que reafirma interesse em acessar mercado de capitais, estudando melhores oportunidades futuras

A CPM Braxis, provedora de serviços de TI, enviou comunicado à Comissão de Valores Imobiliários informando o cancelamento de seu registro de companhia aberta, com ações negociadas em bolsa de valores.

A companhia afirma que mantém o interesse em acessar o mercado de capitais no futuro, mas que está analisando as melhores oportunidade e estratégia para o lançamento das suas ações. Segundo o comunicado, a CPM Braxis "permanecerá com o seu capital fechado, o que reduzirá seus custos operacionais, e prosseguirá com a sua estratégia de crescimento acelerado."

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quarta-feira, novembro 21, 2007

Empregos em TI mudam de perfil

Retirei essa matéria da intranet da empresa onde trabalho, e apesar de quase um ano, ainda é tempo e importante tomarmos consciência de tais possíveis mudanças na nossa área... é uma matéria longa, mas muito interessante, totalmente visionária...


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Por Redação do Computerworld*

Publicada em 12 de setembro de 2006 às 11h16

Atualizada em 12 de setembro de 2006 às 11h21

Framingham - Analistas destacam quais profissões estarão em alta neste setor nos próximos anos.

Os profissionais de TI mais requisitados pelas corporações no ano de 2010 provavelmente não serão aqueles com habilidades técnicas arraigadas. Nos Estados Unidos, as funções mais práticas de programação e suporte terão sido totalmente terceirizadas no país ou de forma offshore até o fim da década. Os departamentos de TI serão povoados por "profissionais versáteis" - indivíduos que têm background em tecnologia, mas também conhecem a área de negócio a fundo, elaboram e executam planos de tecnologia em sintonia com o foco da empresa e cultivam muito bem relações dentro e fora da organização.

Este é o cenário desenhado por três empresas de pesquisa que fizeram uma projeção de como será o mercado de TI em 2010 - o ano que marca o ápice da década dos profissionais versáteis. Mas o que está provocando esta evolução? Dentre os vários motivos encontrados estão as mudanças de comportamento do consumidor, aumento de fusões e aquisições, terceirização, proliferação de dispositivos móveis e crescimento do volume de dados armazenados.

Além disso, também é um consenso o fato de que
as habilidades exigidas para desempenhar estas funções técnicas no futuro serão desenvolvidas fora da área de TI. Algumas destas habilidades virão de talentos artísticos, excelência em matemática ou até capacidade de falar em público, produzindo uma combinação de características pessoais que não costumam ser vistas no mundo de TI.

Este novo mundo vai reunir expertise em áreas como engenharia financeira, tecnologia e matemática, gerando a próxima leva de ferramentas e tecnologias criativas. Google, eBay e Yahoo já estão contratando gurus em matemática, análise financeira, engenharia e tecnologia que vão criar algoritmos imaginativos para suprir as necessidades online de usuários. A National Academy of Sciences identificou uma área de conhecimento emergente que combina capacidades tecnológicas com habilidades artísticas e criativas. O desenvolvimento de jogos para computador é um exemplo de como isso pode ser aplicado na prática.

Mas
a força de trabalho mais eficaz estará em centros de competência voltados para fora, para o negócio, afirma Diane Morello, analista do Gartner e autora do relatório "IT Professional Outlook". "Poderão ser centros de competência criados em torno de fusões e aquisições", explica a analista. Segundo ela, o pessoal de TI vai se envolver com integração de informação, integração de sistemas, serviço ao cliente ou outras atividades inteligentes, nas quais as empresas exploram talentos de alto valor, porém escassos, que tendem a ser colocados de lado ao término de cada projeto.

"Os profissionais serão distribuídos geograficamente e, portanto, devem ter
capacidade de se adaptar e trabalhar com pessoas e equipes que não conhecem. Habilidades de gerenciamento de projeto e desenvolvimento de aplicações, seja para fornecedores de serviços, desenvolvedoras de software ou organizações de TI, serão atributos definitivos em 2010", acrescenta Diane. Além disso, os projetos serão multidisciplinares. "Você vai trabalhar com pessoas de canais diferentes, o que vai criar oportunidades em gestão de relações e sourcing e exigir que os profissionais de TI pensem sobre desenho e gestão de processos", detalha.

Em 2010, seis dentre cada 10 pessoas ligadas a TI vão assumir funções relacionadas ao negócio, de acordo com o Gartner. As estruturas de TI em empresas médias e grandes serão, no mínimo, 30% menores do que em 2005. E
entre 10% e 15% dos profissionais de TI vão deixar suas ocupações atuais em conseqüência de automação de tarefas ou por falta de interesse no setor.

"Na minha opinião,
os bons empregos em 2010 estarão nas funções capacitadoras como as de arquiteto corporativo, tecnólogo corporativo de negócios, analista de sistemas e gerente de projeto", diz David Foote, CEO e chief research officer da Foote Partners, empresa de gerenciamento de TI e pesquisa de pessoal. "Se eu atuasse em TI, ocuparia um destes cargos nos próximos anos. Mas sabemos que muitos profissionais não poderão estar lá porque são tecnólogos puros. Apesar disso, existem algumas apostas bastante seguras dentro e fora da indústria de serviços", afirma Foote.

"Há muito mais ênfase na esfera do negócio e em habilidades de gerenciamento de projeto do que em habilidades técnicas", observa Kate Kaiser, professora adjunta da Marquette University. Em setembro de 2005, Kaiser chefiou um estudo da Society for Information Management (SIM) com 104 CIOs para avaliar suas demandas de habilidades até 2008. Ela prevê que as 10 principais habilidades identificadas em 2005 vão permanecer entre as 12 mais importantes em 2010. "Não é que você não precise de habilidades técnicas, mas a demanda por habilidades de negócio, mais completas, está muito maior", ela alerta.

Para sobreviver e talvez até ter êxito em 2010,
os profissionais de TI vão expandir sua base de conhecimento e ir além de suas zonas de atuação familiares. Do contrário, só vão encontrar oportunidades de empregoem nichos. Tendo isso em mente, Morello, Foote e Kaiser dão algumas dicas de áreas de atuação com alto potencial de sucesso.

Esfera do Negócio

* Arquitetura corporativa
* Liderança de projeto
* Reengenharia de processos de negócio
* Planejamento, orçamento e cronograma de projeto
* Gerentes de fornecedores terceirizados (third-party)

Grandes corporações estão crescendo rapidamente porque estão cada vez mais apoiadas em movimentos de fusões e aquisições. Mas a fusão de duas empresas exige mais do que integração técnica e de sistemas.
Embora muitas companhias tenham provado que são capazes de integrar sistemas, elas apresentam "fraca integração de culturas", aponta Foote. Por isso, arquitetos corporativos nas áreas de tecnologia, segurança e dados vão desempenhar papéis-chave em 2010.

Empresas como Microsoft e IBM já se conscientizaram das tarefas de arquitetura gigantescas que as aguardam em 2010 e estão contratando arquitetos corporativos (tanto especialistas quanto gurus). O que elas estão dizendo, segundo Foote, é: "Existe um nível de arquitetura que, se não tivermos, vamos nos dar mal".

O Gartner também perguntou a centenas de CIOs e participantes de simpósios quais setores deverão ter maior crescimento e queda entre 2006 e 2010.
A resposta unânime para as áreas de maior crescimento foi processos e relações. Além disso, a terceirização também tem um papel importante no crescimento das habilidades de negócio. Se as empresas se apóiam em fornecedores terceirizados, têm que investir em pessoal capaz de gerenciar estas relações.

Infra-Estrutura e Serviços de Tecnologia

* Análise de sistemas
* Desenho de sistemas
* Desenho de rede
* Auditoria de sistemas
* Programação
* Codificação de rotina
* Teste de sistemas
* Suporte e help desk
* Operações - hospedagem de servidor, telecomunicações, sistemas operacionais

De acordo com os entrevistados da pesquisa do Gartner,
as habilidades que terão queda mais acentuada em 2010 vão estar em cargos de infra-estrutura e serviço de tecnologia - programação e operações, por exemplo. Estas funções serão direcionadas para o exterior ou, mais provavelmente, automatizadas.
"Quanto mais uma tarefa é codificada ou transformada em instruções ou documentação explícitas, maior a probabilidade de ser transferida.

E, quanto maior a probabilidade de ser transferida, maior a chance de alguém chegar e desenvolver ferramentas para reduzir ainda mais o número de pessoas necessárias para realizar o trabalho", explica Diane. Kate conta que, no estudo da SIM,
foi considerado crítico manter internamente as habilidades de desenho e análise de sistemas nos próximos cinco anos, embora estas tarefas já sejam terceirizadas com freqüência. Entre as razões que os entrevistados deram para terceirizar estas habilidades estão satisfazer as necessidades de projeto e capacitar uma equipe flexível. "Por outro lado, a importância dos auditores de sistemas vai crescer porque os processos de compliance não vão desaparecer e estão cada vez mais intensos", diz Foote.

Segurança

* Planejamento e gerenciamento de segurança de TI
* Continuidade e recuperação

Notícias sobre falhas na segurança dos dados em empresas continuam a despontar, assim como a demanda por habilidades de planejamento e gerenciamento de segurança. Aliás, segurança de TI é uma das 10 principais habilidades que vão assumir uma "nova importância" para empresas nos próximos cinco anos, segundo Kate, da Marquete University

Atualmente as empresas empregam 1,4 milhão de profissionais de segurança de TI em todo o mundo, de acordo com estudo realizado em janeiro pela IDC sobre tendências do mercado de trabalho de segurança. E em 2010, este número vai chegar a 2 milhões de profissionais, com um aumento de quase 30%. As empresas norte-americanas também vão aumentar os gastos com treinamento de segurança da informação em 16,4% ao ano até 2009. Enquanto isso, habilidades associadas à continuidade e recuperação de dados serão relegadas a terceiros.

Internet

* Sistemas de aplicação para web customer-facing
* Inteligência artificial
* Data mining
* Data warehousing

No setor de internet banking, as empresas querem gerenciar todo o dinheiro de seus clientes - desde hipoteca e crédito escolar até a conta de aposentadoria. Para ter êxito em 2010,
as empresas precisam criar web sites amigáveis, com capacidades de inteligência artificial, data mining e data warehousing, diz Foote.

A tecnologia faz parte da abordagem de marketing extremamente competitiva destas empresas. "Se você quer trabalhar em TI, quer trabalhar em sistemas de aplicação para web. Mas
você também deve conhecer bem o cliente, porque provavelmente seus concorrentes têm este tipo de talento", ressalta Foote. Este tipo de talento permite às equipes de TI ir além da simples criação; elas podem se comunicar com colaboradores que passam muito tempo com clientes ou se comunicar elas próprias com os clientes para modificar processos rapidamente.

"Isso reduz muito os tempos dos ciclos de criação, que costumam levar de três a seis meses", segundo Foote. "O desenvolvimento rápido de aplicações e a programação extrema são habilidades muito bem pagas, mas realmente estimulam a agilidade e a flexibilidade. O que fomenta mais um negócio do que reduzir o ciclo de um produto?" questiona.

Business Intelligence

* Business intelligence
* Data warehousing
* Data mining

O mantra de Foote para a próxima década é: se você acha que o mercado está competitivo agora, espere até 2010. Campo de jogo global nivelado, inovação e disponibilidade de tecnologia para facilitar a execução do negócio vão tornar as "habilidades mais quentes" obrigatórias em empresas competitivas.

*Tradução do Computerworld/EUA

Copyright 2006 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados.

Comentário:

    Além das habilidades destacadas no artigo, pediria licença para complementar com as habilidades: "liderança em equipe" e "controle emocional" no tratamento de missões críticas.

    Devemos  avaliar e desenvolver aspectos de liderança pensando exatamente nas impressões que passaremos  à nossa equipe, de forma que os profissionais desta equipe se lembrem do lider como exemplo de profissional a ser seguido e não como um mero integrante da equipe com maior experiência.

    Também por muitas vezes precisamos reverter uma situação que a priori, estamos em desvantagem,  se não tivermos preparados, principalmente no tocante ao conhecimento do negócio, podemos nos perder e aí sim, acabaremos não alcançando nossos objetivos.

 

 

Daniel Arthur Gennari Junior

Analista de Sistemas Pleno – Diretoria de Outsourcing

Professor Universitário das disciplinas Tecnologia da Informação - UNIP e Sistemas Distribuídos – UNINOVE

 

Para saber mais acesse o link:

http://idgnow.uol.com.br/carreira/2006/09/12/idgnoticia.2006-09-12.6509228652/IDGNoticia_view

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domingo, outubro 28, 2007

Sobre o Tropa de Elite

Depois da febre que ocorreu com o filme "Tropa de Elite", tem algumas frases (entre tantas) que quero transcrever aqui. Essas frases do filme devem servir para reflexão, além de serem muito legais:
"Quantas crianças a gente tem que perder pro tráfico só pra um playboy enrolar um baseado";

"Só rico com consciência social é que não entende que guerra é guerra";

"O curso do BOPE prepara os policiais para a guerra e não adianta me dizer que isso é desumano. Enquanto os traficantes tiverem dinheiro pra se armar, a guerra continua."

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sábado, outubro 27, 2007

Errando e Aprendendo

"Se pudesse viver minha vida outra vez, trataria de cometer mais erros"
JORGE LUIS BORGES, Escritor e poeta argentino (1899-1986)


MANFRED KETS DE VRIES, Professor do INSEAD, mencionando os atributos do executivo do futuro, colocou entre suas responsabilidades a criação de um clima organizacional que permitisse ao subordinado cometer erros. Mais ainda, acrescentou que quanto mais cedo na carreira de um Gerente erros forem cometidos, menor será o custo desses erros.

Cometer erros é inerente ao processo de aprendizagem; cometer erros e assumir riscos é atributo fundamental para o exercício da função gerencial.

Em tempos em que as organizações precisam entender tanto de seu negócio, quanto de mudança, os erros são o caminho mais curto para tornar o processo de mudança mais permanente e auto-sustentado.

A seguir algumas considerações sobre a importância do erro no processo de desenvolvimento gerencial:

  • Começamos a ter medo do erro em nossa infância, quando nossos pais só recriminavam nossas ações, diziam o que estava errado, mas não discutiam conosco alternativas para consertar os erros. (ênfase na crítica e não no processo educacional)
  • Quando um erro é cometido, sempre se torna importante questionar o porquê; o problema pode estar com o subordinado (falta de preparação, competência etc) ou com seu superior (erro na definição do que deve ser feito, indefinição dos limites de decisão etc). Nossos superiores tendem a achar que o erro é mais problema nosso do que deles!

  • Como se cria um clima de "liberação para erros"? Eis algumas frases que podem ajudar:

"Na dúvida, erre por ação e não por omissão"
"Não espere eu retornar, decida se a situação o exigir"
"Você tem direito a errar 5% de suas ações, minha expectativa é que você acerte 95%".

  • Ainda dentro do "clima de liberação para erros", a realização de uma reunião mensal em que cada um faz uma auto-análise dos erros e acertos (iniciando-se pela apresentação do superior hierárquico), pode se constituir num excelente instrumento para que o grupo evite erros já cometidos.
  • Se o subordinado cometeu um erro, use esse momento como uma oportunidade de aprendizado seja para redefinição de políticas, margens de decisão, necessidade de mais informações de sua parte etc.
  • A aproximação do superior/subordinado através de uma relação mútua de confiança é um ótimo antídoto para erros. Como construí-la? Respeitando-se os quatro elementos geradores de confiança:

Credibilidade: cumprir o que promete, fazer o que diz
Confiança: dizer o que pensa e sente, não dissimular
Abertura: dividir com o outro as informações de que dispõe, não escondendo o jogo
Aceitação: aceitar as diferenças individuais, conviver bem com elas

  • O erro não deve ser transformado num problema pessoal; julgar alguém por um erro cometido é abrir caminho para que todos na organização evitem ousar.
  • O erro é uma excelente oportunidade para se aplicar o conceito de "momentos da verdade". Na medida em que erros se repetem na interação com clientes internos ou externos, é importante definir-se "respostas/comportamentos padrão para solução do problema". Trata-se de uma situação típica onde o erro se transforme em oportunidade de melhor relacionamento com o cliente.
  • A eliminação de um erro tem mais a ver com a análise e correção de suas "causas" do que com ações sobre seus "efeitos".

  • Erros às vezes são conseqüências da utilização de apenas um dos hemisférios cerebrais (lado racional ou lado criativo). A utilização simultânea e equilibrada de ambos, no processo decisório, aperfeiçoará a qualidade do output, minimizando a possibilidade de enganos.
  • O perfeccionista reduz o número de erros, mas tende a prejudicar a velocidade das respostas.

 

Estas são apenas algumas idéias para nos ajudar a usar o erro como oportunidade para desenvolvimento gerencial; não se trata de uma apologia do erro, mas de um convite para que todos ousem mais.

Que tal reunir superior/subordinados/pares e fazer avaliação do grupo tendo por base esse texto?

Texto de L.A. Costacurta Junqueira , vice-presidente do Instituto MVC

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quinta-feira, outubro 25, 2007

O Anel - Uma parábola sobre seu VALOR PESSOAL

O Anel

Quanto você vale?

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse: - Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa, falou: - Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

- C…claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:anel

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse: - Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

O jovem, surpreso, exclamou: - 58 MOEDAS DE OURO!!!

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente…

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

Fonte: Aqui

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quarta-feira, outubro 24, 2007

Encerramento de conta corrente

Interessantíssima essa matéria: Se você tem uma conta corrente inativa, e está com problemas para encerrá-la, prepare-se, pois finalmente, as coisas vão melhorar, e serem facilitadas... é estranho ter que vibrar por uma coisa que parece ser tão óbvia, mas só quem já tentou fazer isso e teve algum problema é que sabe o quanto é triste... veja a matéria:

Procon-SP e Febraban apresentam roteiro que facilita encerramento de conta corrente

O consumidor poderá encerrar a conta-corrente em qualquer agência de seu banco, não mais apenas naquela em que solicitou a abertura. Esse é um dos benefícios do "Roteiro para implementação das rotinas de encerramento de contas correntes" apresentado nesta terça-feira, 23 de outubro, pelo diretor-executivo da Fundação Procon-SP, Roberto Pfeiffer, pelo vice-presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Antonio Jacinto Matias, e pela diretora-adjunta do DPDC, Juliana Pereira. O roteiro foi elaborado pelo Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), do qual a Fundação Procon-SP faz parte, em parceria com a Febraban.
 
Pelo roteiro, basta o consumidor se dirigir a qualquer agência do banco que mantém sua conta-corrente e preencher um termo padronizado de encerramento. A partir deste momento, a instituição cessará a incidência de tarifas de manutenção de conta e informará o cliente dos lançamentos futuros bem como, um demonstrativo de todos os compromissos que o consumidor deve cumprir, para que ele possa deixar o valor exato. A instituição financeira terá prazo de até 30 dias para processar o encerramento da conta, devendo informar ao correntista a efetiva data de encerramento.
 
"As tarifas não mais serão cobradas a partir do momento em que for aberto o protocolo de encerramento", afirma Roberto Pfeiffer, diretor-executivo da Fundação Procon-SP. "Uma das maiores vantagens desse roteiro é a comodidade para o consumidor. É muito comum as pessoas manterem suas contas, mesmo pagando tarifas, por causa da dificuldade em ir até uma agência específica para encerrá-las. Tem gente que nem mora mais na cidade em que abriu a conta. Portanto, é um avanço a se comemorar", acrescenta.

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Fonte: Procon

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quarta-feira, outubro 17, 2007

Planejamento Estratégico


É um ótimo material sobre planejamento estratégico, é longo, mas vale a pena...




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