Que cargo você preferiria exibir no cartão de visitas: CEO ou diretor-geral?? CMO ou vice-presidente de marketing? Por alguma razão inexplicável, a simples conjunção de três letrinhas parece fazer com que a primeira opção tenha mais importância senioridade e poder do que a segunda. Depois de Chief Executive Officer, a onda de executivos-chefe-de-não-sei-o-que vem se espalhando numa velocidade espantosa nos organogramas.
O resultado é muita gente perdida, sem entender o que esses profissionais fazem.
Para dar nome aos bois, ou melhor, aos cargos elaboramos uma relação dos principais chiefs que estão por ai .
E levantamos possíveis explicações para a existência deles:
CEO – Chief Executive Officer
Facilmente identificado, é o cara que manda em todo mundo – menos no chairmam (ou presidente do conselho) a menos que ele seja poderosíssimo e acumule as duas funções.
Pode ser chamado de principal executivo, presidente, superintendente, diretor-geral... As pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e presidente. Nesse caso a função do segundo é mais representativa.
COO – Chief Operating Officer
Seu nome é executivo-chefe de operações, mas você pode chamá-lo de braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa a estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.
CFO – Chief Financial Officer
Principal executivo de finanças
CHRO – Chief Human Resources Officer
Principal executivo de recursos humanos
CIO – Chief Information Officer
Era mais fácil identificá-lo quando ele era o único executivo responsável pelo planejamento e pela implementação da tecnologia no pedaço. Mas aí surgiu.....
CTO – Chief Technology officer
.......e hoje há muita confusão. Em linhas gerais, o CIO cuida da estratégia por trás da tecnologia – como ele pode mudar a forma como a empresa faz negócios, enquanto o CTO comanda a arquitetura e a infra-estrutura dos sistemas. Há empresas com os dois profissionais.
CKO – Chief Knowledge officer
Também chamado de chief learning officer (CLO), é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todo o conhecimento da organização. Entende tanto de tecnologia e processos quanto de pessoas. É um sujeito-chave, por exemplo, nas consultorias.
CRO – Chief Risk Officer
O cargo surgiu quando empresas de todas as áreas, e não somente bancos passaram a se preocupar com a administração de riscos. Além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégia do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.
CMO – Chief Marketing Officer
Executivo-chefe de marketing certo? Na subsidiaria brasileira do BankBoston não é tão simples assim. Lá ele cuida também de novos negócios e Intenet.
CIO – Chief Imagination Officer
A fabricante de computadores americana Gateway tem um executivo-chefe de imaginação, responsável por promover a criatividade entre o pessoal.
Fonte aqui.
segunda-feira, novembro 17, 2008
A Insondável Língua do C
domingo, novembro 02, 2008
GP Brasil 2008 - Interlagos - Massa, por pouco...
Campeonato inteiro se resume em uma palavra: E M O C I O N A N T E !!!
No Campeonato de Construtores: Ferrari e McLaren bringando a cada prova, onde a Ferrari apresentou sua superioridade. No Campeonato de Pilotos, Felipe Massa, do Brasil e Lewis Hamilton, da Inglaterra, disputaram o Campeonato ponto a ponto... a cada prova, durante todo o campeonato, os dois estavam sempre muito próximos, ora um na frente, ora o outro na frente.
No GP de Cingapura, aquele que foi o primeiro GP Noturno da História da Fórmula 1, foi quem complicou ainda mais a vida do brasileiro Felipe Massa. Por conta de um erro da Ferrari, que quis inovar, usando um novo equipamento na corrida, o famoso "pirulito", responsável pela autorização da equipe, em permitir a saída do piloto após completar o seu pit stop, fez com quem, ao acionar em momento indevido a luz verde, dizendo ao Massa que poderia sair do box, fez com que o mesmo arrancasse a mangueira de combustível que ainda não havia sido retirada, e por conta disso, tirou o primeiro lugar do colo de Felipe Massa, que vinha fazendo mais uma brilhante corrida. Esses pontos perdidos (9, pois ele apenas conseguiu a 8ª posição, depois do incidente) fez com que toda a tranquilidade que teria pela frente, fosse por água abaixo.
Sobre a última corrida do ano, onde pela primeira vez na História da Fórmula 1, um brasileiro tem a chance de ser Campeão Mundial no Autódromo de Interlagos.
Ao chegar nessa última prova, a situação dos pilotos era a seguinte:
- Lewis Hamilton com 94 pontos
- Felipe Massa com 87 pontos.
Vamos as contas matemáticas, para Felipe Massa ser o Campeão, era preciso ganhar mais 7 pontos, pois com o empate, Massa venceria, já que tinha maior número de vitórias no Campeonato. Pensando no pior cenário, Massa vencendo, conquistaria 10 pontos, indo a 97; Para isso, Hamilton poderia ficar no máximo em 6º lugar, conquistando apenas 3 pontos. Ou seja, tudo isso eram situações muito desfavoráveis ao brasileiro, mas, como a esperança é a última que morre... resta-nos torcer... pois apenas um 5º lugar, era suficiente para o inglês vencer.
Dada a situação, tem início a corrida. Com 10 minutos de atraso, pois, com a chuva minutos antes da hora da largada, houve necessidade de interromper, marcando o início para 15h10m, horário de Brasília. Largada com Safety Car, algumas voltas e então, nova relargada... Felipe fez seu papel de maneira extraordinária... se manteve na frente a corrida inteira. Na 18ª volta, o inglês ultrapassa Fisichella (italiano) e deixa todos os brasileiros em terrível agonia, já que estava agora na posição que manteria seu título, e não havia adversários ameaçando sua posição. Felipe, na frente, não tinha nada mais a fazer... o companheiro de equipe Kimi Räikkönen já estava a frente de Hamilton, e também não tinha muito mais a ser feito...
A cinco voltas do fim, começa a chover novamente, e muda um pouco o cenário... Lewis que estava em quarto, cai pra quinto quando todos precisam voltar para os boxes e trocar os pneus mais uma vez.
De maneira empolgante e emocionante, o alemão Sebastian Vettel ultrapassa Hamilton e deixa os brasileiros eufóricos. Massa "é" campeão naquele momento, faltam apenas duas voltas. Massa, vence, ganha a bandeira quadriculada, e tem que esperar "logos" 30 segundos para saber a posição final do adversário, que a poucas voltas do final, já na última volta, consegue ultrapassar Timo Glock... ficando em 5º colocado novamente, para nosso desespero e tristeza.
Massa fez sua parte e venceu o GP Brasil pela segunda vez. Ele já havia ganho em Interlagos há dois anos (em 2006). Se não levou o título, resta o consolo de ter se tornado o piloto nacional com mais triunfos em casa, ao lado de Emerson Fittipaldi (vencedor do GP em 1973 e 1974), Nelson Piquet (1983 e 1986) e Ayrton Senna (1991 e 1993). O outro brasileiro a vencer a etapa nacional foi José Carlos Pace, em 1975.
Felipe Massa do Brasil!!! É isso ai... Vamos esperar a temporada do ano que vem, que vai ter muito mais...CLASSIFICAÇÃO
(fonte)
POSIÇÃO - PILOTO EQUIPE TEMPO PONTOS 1 Felipe Massa Ferrari 1h34min11s435 10 2 Fernando Alonso Renault a 13s298 8 3 Kimi Räikkönen Ferrari a 16s235 6 4 Sebastian Vettel Toro Rosso a 38s011 5 5 Lewis Hamilton McLaren a 38s907 4 6 Timo Glock Toyota a 44s368 3 7 Heikki Kovalainen McLaren a 55s074 2 8 Jarno Trulli Toyota a 1min08s433 1 9 Mark Webber Red Bull a 1min19s666 - 10 Nick Heidfeld BMW a 1 volta - 11 Robert Kubica BMW a 1 volta - 12 Nico Rosberg Williams a 1 volta - 13 Jenson Button Honda a 1 volta - 14 Sébastien Bourdais Toro Rosso a 1 volta - 15 Rubens Barrichello Honda a 1 volta - 16 Adrian Sutil Force India a 2 voltas - 17 Kazuki Nakajima Williams a 2 voltas - 18 Giancarlo Fisichella Force India a 2 voltas - 19 Nelson Ângelo Piquet Renault - 20 David Coulthard Red Bull - Condições: Pista seca, com alguns momentos de chuva Volta mais rápida: Felipe Massa (Ferrari) em 1min13s376 

quarta-feira, outubro 29, 2008
Liderança
"Estou convencido de que a fundação da liderança tem que ser o caráter, e que a fundação de um caráter de liderança tem que ser a integridade. Se a liderança não tem uma base de integridade, ela falha. Erros de líderes, até mesmo grandes erros, podem ser superados. Mas falhas na integridade não podem".
Muitos falam da importância de todos trabalharem com integridade dentro de uma organização, e não apenas a diretoria, mas o que importa é focar e desenvolver as maiores qualidades do seu caráter. Com isso, você se torna uma força a favor do crescimento da integridade e do caráter na sua organização. Quando você sai a procura de um líder, você elege um perfil com preceitos. Ai vão alguns:
- Reconhece seus erros e pede desculpas
- Procura flagrar as pessoas fazendo algo certo
- Valoriza a contribuição das pessoas e elogia quando acertam
- Quando há um mal entendido diz "eu acho que não me expliquei bem" ou "não fui suficientemente claro"
- Agradece quando recebe feedback, mesmo que seja negativo
- Transforma erros em oportunidades de aprendizado
- Honra compromissos e cumpre o que promete
- Sempre fala "nós conseguimos"
- Quando algo sai errado sempre assume a responsabilidade
- Cria um ambiente favorável ao sucesso das pessoas
- Estimula a criatividade
- Trabalha em prol de novos líderes
- Atua como mentor e conselheiro, ensina e ajuda
- Nenhuma empresa coloca o seu futuro na direção de chefes e sim de líderes!
- Onde eles estão?
terça-feira, outubro 28, 2008
5 passos para ser líder
O consultor César Souza é um apaixonado pelo tema liderança. Seu último livro, O Caminho das Estrelas Um Mapa para Transformar Sonhos em Realidade (Ed. Sextante), lançado em março, dá a receita para se tornar um líder. De cara, César desmistifica esse papel corporativo: a figura poderosa e distante está com os dias contados. Confundir poder com liderança além de ultrapassado é contraproducente. O bom comando é um exercício cotidiano. Cada vez que duas pessoas interagem, a relação de liderança se faz presente, pois alguém está sempre tentando influenciar os demais, escreve o autor.
Em um texto cheio de exemplos históricos e de personalidades atuais, como Bono e Roger Agnelli, César Souza mostra os cinco passos, que ele chama de mapa, para enfrentar situações incômodas e se sair bem no trabalho e em outras áreas da vida. O título do livro se deve às orientações que as estrelas sempre deram aos descobridores e navegantes. E não a quem quer brilhar somente em causa própria.
Fique atento ao que é preciso fazer para se tornar um líder de verdade.
1- Defina aonde você quer chegar
2- Veja a estrela que há nos outros
Faça o seu sucessor. O comandante faz-tudo é coisa do passado, diz César.
3- Cuide do todo, não apenas da parte
Interaja com todos os níveis hierárquicos.
4- Faça mais que o combinado
Realize as metas. Depois, supere-as. Saiba o valor do trabalho em equipe.
5- Inspire pelos valores
Tenha um código de conduta e aja de acordo com ele.
Estimule na empresa a integridade, o respeito, a transparência, o aprendizado contínuo, a proatividade e a inteligência.
quarta-feira, outubro 01, 2008
Internet Explorer, lamentável
Bom, todos que me conhecem sabem que gosto da Microsoft, mas que ao mesmo tempo, tenho certo carisma pela filosofia do Software Livre...
Seja como for, o que gosto mesmo é de todos os produtos da Google, sim, sou puxa saco assumido, a empresa é show, simplesmente isso... uso quase todos os produtos da Google, e não me incomodo...
Enfim, o meu objetivo em escrever esse post, é criticar o Internet Explore, ou o IE, para os íntimos... Há tempos que não uso mais o IE, e só uso o Firefox, que após adotar uma série de complementos, simplesmente não consigo mais deixar de usá-lo, fiquei até relutante em mudar da versão 2 para a nova versão 3, pois alguns complementos não estavam disponíveis no início, e assim que foram atualizadas, eu migrei para última versão, e agora, casei com esse browser... nem o Chrome da Google, vai conseguir me tirar do FF...
O que me deixou com mais raiva do IE, é que só agora nos últimos dias que notei que meu blog, esse aqui mesmo, não é visualizado corretamente naquele browser... simplesmente não aparece a barra lateral do blog, deixando uma coisa totalmente estranha... e ainda pior, não carrega todos os posts que devem aparecer normalmente... Tentei um monte de opções de layouts diferentes, para ver se aparecem, mas não consegui, um ou outro até consegue funcionar, só a parte do menu lateral, os posts, continuam com problemas... infelizmente não consegui personalizar o tamanho dos que funcionaram, então, fica complicado isso, já que a maioria, que eu saiba, usa o IE... não sei o que fazer... vou tentar outras opções... mas está difícil... agradeço alguma ajuda, caso alguém tenha o mesmo problema, ou já tenha uma solução...
Por ora, recomendo enfaticamente, joguem o IE fora, e peguem um navegador de verdade: Firefox
quinta-feira, setembro 18, 2008
Quem dobrou teu pára-quedas hoje?
Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
"Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"
"Sim, como sabe?", perguntou Plumb.
"Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
"Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
"Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca o notei"?
"Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:
"Quem dobrou teu pára-quedas hoje?".
terça-feira, setembro 09, 2008
Nascimento na era da informática
Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia !!!
O que aconteceu foi o seguinte:
Eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num Chat desses da Net, que existem para se conversar.
O papai marcou um interface com a mamãe num Cybercafé e acabamos plugados no banheiro dele.
A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Joy Stick do papai e quando estava tudo pronto para a transferência de arquivo, descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco.
Como era tarde demais para dar o ESC, papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois, o Vírus apareceu.
sábado, setembro 06, 2008
(Des) Atendimento ao Cliente
Em meio a toda a atual "crise" em busca do melhor atendimento ao cliente, a própria "busca" pelo cliente, é interessante como verdades como a relatada abaixo, ainda se faz presente hoje em dia, e pior, ocorre desde pequenas lojas a grandes empresas, renomadas e cheias de experiência e até certificações disso e daquilo... mas... cometem essas banalidades.
Pessoalmente: - Detesto ser abordado por vendedores, sem que eu lhes solicite... mas é inevitável... não percebem que o desejo de vender, acabam atrapalhando um "possível" comprador, que desiste, e vai embora de mãos vazias.******************
Domingo à tarde, nada melhor que passear com a família no shopping. Lá estava eu, olhando as vitrines, completamente de bobeira e sem compromisso. Entro na livraria – meu destino favorito – e paro, primeiramente, na seção de revistas. Em menos de dez segundos, uma atendente me aborda com um grande sorriso nos dentes: “Boa tarde, senhor! Está procurando alguma coisa específica?”. Educadamente, respondi com o tradicional “estou apenas olhando, obrigado”. A atendente se coloca à disposição e me entrega uma fichinha com o seu nome e um código, algo de extremo mau gosto (a moda nessa livraria é entregar essas fichas para que as vendas sejam computadas ao atendente, independente dele prestar um atendimento ao cliente ou não).
Seleciono três revistas, e me dirijo à seção de livros de negócios. Ao me ver, a mesma atendente me aborda novamente: “chegaram muitas novidades essa semana! Está procurando algum título específico?”. Começo a pensar que ela é dotada de algum tipo de radar, ou sensor de movimento. Dispenso outra vez a sua ajuda com a mesma cordialidade, e inicio a leitura da contra-capa de um livro de marketing. “Quer uma cestinha pra colocar as revistas?”, quase grita no meu pé do ouvido, sempre sorrindo. “Isso não pode estar acontecendo”, penso eu. Mais uma vez, agradeço a atendente, e me dirijo ao fundo da livraria, com a intenção de me esconder e poder ler em paz a sinopse do livro. “Agora eu me livro dela”, falo com os meus botões.
Encontro uma confortável cadeira, sento-me e cruzo as pernas. Acho fantástico esse ambiente que as livrarias modernas inventaram para nos deixar bastante à vontade. O livro de marketing não era lá essas coisas. Começo a folhear as páginas de um almanaque dos anos 80 que alguém havia deixado na mesa à minha frente. Que interessante! Tinha o Bozo, o Ploc Monster, a Turma do Balão Mágico... “O SENHOR JÁ VIU O ALMANAQUE DOS ANOS 70?”, me desperta do transe nostálgico a maldita sorridente. “Não, obrigado!”, respondo já sem paciência.
Pior do que a falta de atenção ao cliente, só o excesso de atenção ao cliente. As empresas acreditam que impondo metas ou cotas de vendas a seus atendentes irão vender mais. Ledo engano. Fazendo isso, só conseguem transformá-los em chatos de galochas. É preciso deixar um espaço para os clientes respirarem. O processo de compra não é algo linear que começa com “Olá! Posso ajudá-lo?” e termina com “Muito obrigado e volte sempre!”. Envolve variáveis tão desconexas quanto lembrar da infância (eu estava quase comprando o almanaque dos anos 80!), ou imaginar o que a turma da faculdade vai achar do “meu novo computador”. Empresas, aprendam de uma vez: deixem seus clientes à vontade!
Fim da história: despistei a atendente sorridente, deixei as revistas e o almanaque dos anos 80 em uma prateleira e saí da loja de mãos abanando.
* Esse episódio é verídico e ocorreu em uma loja de uma grande rede nacional de livrarias, que recentemente foi comprada por outra rede maior ainda.
Continue lendo…sexta-feira, setembro 05, 2008
Ética e Corrupção
Sabemos claramente que a corrupção hoje em dia, rola solta, e isso não é apenas por parte de políticos e policiais... a falta de ética é generalizada, e não adianta o brasileiro reclamar, pois é o primeiro a "dar um jeitinho" quando pode...
O povo tem aquilo que merece, penso assim... o mesmo que joga papel e lixo pela janela do carro ou joga lixo no meio da rua, é o mesmo que reclama quando vê lixo jogado em frente sua casa, e não foi jogado por ele, ai ele acha ruim...
Se o povo brasileiro fosse um pouco mais ético, e exigisse o mesmo dos nossos líderes, quem sabe, poderia mudar alguma coisa... mas quando pode, é o primeiro a corromper um policial, e tornar o mesmo, em um policial corrupto... do que um povo que age assim vai poder reclamar?
Se pensar direito, vemos que, são desde as coisas mais simples que vemos o quão corruptos nós somos, ai pare e pense: Se houvesse uma grande oportunidade de você cometer uma grande corrupção, e que com ela, você teria grande vantagem, será que iria resistir? A probabilidade de a resposta for positiva, é grande, mas na prática, basta pensar, se você é daqueles que gosta de aproveitar até mesmo as "pequenas" oportunidades, não seja incoerente, e assuma, uma "grande" oportunidade, você não irá "desperdiçar"...
Faça você também o teste e descubra: Você é corrupto?
http://noticias.uol.com.br/ultnot/infografico/2008/09/05/ult3224u87.jhtm
Fique a vontade para comentar. E repare nos comentários das pessoas, veja aqueles que dão uma risadinha, outros que até falam: "ahhh que pena, eu não tive essa sorte"... é lamentável.
domingo, agosto 31, 2008
Teste de Software
Conceitos Básicos
O teste é uma das disciplinas do desenvolvimento de software e o processo de teste de software foi desenvolvido com base no RUP - Rational Unified Process.
De acordo com o RUP, o desenvolvimento de um software deve seguir determinadas fases.
O RUP é um processo de engenharia de software. Ele oferece uma abordagem baseada em disciplinas para atribuir tarefas e responsabilidades dentro de uma organização de desenvolvimento. Sua meta é garantir a produção de software de alta qualidade.
A figura a seguir representa a arquitetura geral do RUP.
O RUP tem duas dimensões:
- o eixo horizontal representa o tempo e mostra os aspectos do ciclo de vida do processo à medida que se desenvolve.
- o eixo vertical representa as disciplinas, que agrupam as atividades de maneira lógica, por natureza.
A primeira dimensão representa o aspecto dinâmico do processo quando ele é aprovado e é expressa em termos de fases, iterações e marcos.
A segunda dimensão representa o aspecto estático do processo, como ele é descrito em termos de componentes, disciplinas, atividades, fluxos de trabalho, artefatos e papéis do processo.
Durante o ciclo de vida do projeto, devem existir pontos de verificação visando a qualidade do produto. O desenvolvimento e a verificação criam um processo repetitivo (iterativo e incremental) aonde o produto vai sendo avaliado e, caso necessário, melhorado, até estar maturado, pronto para ser disponibilizado ao usuário final. Durante estas fases, nos pontos de verificação, podem ser realizados testes, para garantir a conformidade do produto.
A Disciplina de Teste
O teste enfatiza principalmente a avaliação da qualidade do produto, realizada através de várias práticas centrais:
- Localizar e documentar defeitos na qualidade do software.
- Avisar de forma geral sobre a qualidade observada no software.
- Validar as suposições feitas nas especificações de design e requisito através de demonstração concreta.
- Validar as funções do software conforme projetadas.
- Verificar se os requisitos foram implementados de forma adequada.
Uma diferença interessante entre o Teste e as outras disciplinas do RUP é que a principal finalidade do Teste é localizar e expor os pontos fracos do software. A realização de testes de software tem por finalidade imprimir qualidade ao produto gerado. Porém, o que é Qualidade ?
O RUP define qualidade da seguinte forma:
...as características que demonstram haver produzido um produto que atinge ou excede os requisitos estabelecidos - conforme avaliado por métricas e critérios acordados - e que é produzido por um processo também acordado
Métodos de Teste
Existem várias metodologias e classificações para testes, segundo a metodologia do modelo RUP, podemos dividir os métodos de teste em:
Método da Caixa Branca (Estrutural) – tem por objetivo determinar defeitos na estrutura interna ou no código do software. Os Testes de Unidade, geralmente realizados pelos programadores nos seus códigos, são normalmente classificados em Testes da Caixa Branca.
Método da Caixa Preta (Funcional) – tem por objetivo determinar se os requisitos foram total ou parcialmente satisfeitos pelo software. Verifica apenas os resultados produzidos e não requer conhecimento interno do sistema, apenas conhecimento dos requisitos do negócio. O Teste Funcional é um exemplo de Teste da Caixa Preta.
A figura abaixo apresenta uma visão geral da classificação dos testes:
Estágios de Teste
Os estágios de teste definem o momento do ciclo de vida do software em que são realizados os testes. Dentro dos métodos de teste, são definidos quatro estágios de teste:
Testes da Caixa Branca:
- Teste de Unidade ou Teste Unitário – este estágio tem foco na verificação dos menores elementos testáveis do software. O implementador executa o teste unitário durante o desenvolvimento da unidade.
- Teste de Integração – este estágio é executado para garantir que os componentes do modelo de implementação, funcionem corretamente quando combinados. O teste de integração também detecta imperfeições ou erros nas especificações das interfaces.
Testes da Caixa Preta:
- Teste de Sistema - normalmente é realizado quando o software está funcionando totalmente. Geralmente, o objetivo é o funcionamento dos elementos do sistema de ponta a ponta.
- Teste de Aceitação - normalmente é a ação de teste final anterior à implantação do software. O objetivo do teste de aceitação é verificar se o software está pronto e pode ser usado pelos usuários finais para executar as funções e as tarefas para as quais o software foi criado.
A figura abaixo apresenta uma visão geral dos estágios de teste dentro do processo de desenvolvimento de uma aplicação.
Tipos de Teste




