terça-feira, fevereiro 26, 2008

Celulares funcionarão no metrô de SP a partir de maio

Ótima notícia essa, há muito tempo se questionava sobre isso, e finalmente as operadoras se mobilizaram... o que achei interessante é o fato de que não será um investimento do Metrô, pois é óbvio, doutra forma NÓS quem financiaríamos isso... e estaria totalmente errado...

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Larissa Januário - 25/02/2008 - 17:33

São Paulo, 25 de fevereiro de 2008 – Usuários de celulares de São Paulo poderão fazer ligações de seus celulares dentro dos vagões e estações de metrô da linha Verde (2) a partir do mês de maio. Segundo o Metrô, a linha que liga os bairros da Vila Madalena e Alto do Ipiranga será a primeira a receber as antenas que possibilitarão a realização de ligações telefônicas móveis no subterrâneo.

De acordo com a empresa, até setembro a cobertura deverá alcançar outras linhas subterrâneas do metrô, o que corresponde a 31 quilômetros de vias, dos 61,3 quilômetros totais. Atualmente, é impossível usar o aparelho nos túneis do metrô devido à falta de sinal, que não consegue passar pelas paredes de concreto das estações.

O investimento para a instalação do serviço ficará a cargo das operadoras de telefonia que operam na região, sem nenhum  custo para o metrô de SP. A companhia afirma ter fomalizado o acordo que prevê um investimento de R$ 100 milhões com as operadoras TIM, Vivo, Nextel e Claro. A TIM, a Vivo e a Claro confirmaram a assinatura do contrato para instalação da rede de telefonia no metrô de SP, mas não falaram sobre o valor do investimento.

A previsão do Metrô é de que em 2009 a segunda etapa do projeto seja posta em prática para oferecer acesso à Internet sem fio dentro dos túneis do metrô de São Paulo.

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segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Caso Petrobras traz lições a empresas

São Paulo, 21 de Fevereiro de 2008 - O caso de roubo de equipamentos de informática com informações da Petrobras recolocou em evidência a necessidade de políticas para tratar da segurança da informação.

 

Mesmo enquanto detalhes essenciais do caso ainda não foram revelados, especialistas de segurança dizem ser possível tirar lições para empresas de diversos setores, principalmente para os que são mais suscetíveis a casos de espionagem industrial.

 

A mais importante lição é que a política de segurança começa por categorizar as informações de acordo com sua importância, e direcionar uma proteção maior às mais relevantes e que podem trazer mais prejuízos ao negócio, uma vez que é impossível e inviável financeiramente proteger 100% das informações o tempo todo. O caso também mostra que num mundo em que a mesma informação trafega constantemente, tanto dentro da empresa, ou mesmo entre parceiros de negócios, o mesmo dado pode estar disponível em diversos pontos, como na sonda que extrai e cria dados, na transmissão à central da empresa, no armazenamento dentro de um data center protegido e nos notebooks das pessoas que a utilizam para trabalhar.

 

"A informação não estará trancada dentro da empresa o tempo todo, mas em todos os momentos tem de estar segura", afirma o gerente regional da RSA, divisão de segurança da empresa de armazenamento EMC, Antonio Moraes. "A indústria de tecnologia investe milhões em formas de proteção. Mas se você reforçou a tranca da porta e não a janela, o ladrão vai atacar a janela." Segundo ele, o responsável pela segurança deve sempre se perguntar qual é o elo mais fraco e se fosse o ladrão onde tentaria obter a informação, aliciando uma pessoa de dentro, no tráfego de dados pela internet ou roubar o equipamento. "E os ataques são cada vez mais sofisticados", diz.

 

Segundo informações divulgadas pela Polícia Federal, foram roubados dois discos rígidos e dois pentes de memória, retirados de laptops. Outros materiais de escritório continuaram dentro dos contêineres. "Quem rouba HD (disco rígido) sabe o que quer", diz o gerente de engenharia de sistemas da fornecedora de software de segurança Symantec, Paulo Vendramini. Para proteger o ponto final da informação, diz, que pode ser um notebook, deve haver desde um firewall - proteção contra acessos externos pela internet - até a criptografia dos dados gravados em disco. "A criptografia dificulta quase que em 100% o acesso de quem rouba um equipamento", afirma. "O mesmo valeria para os desktops de uma área com dados tão sigilosos, como é a de prospecção da Petrobras." A empresa não se pronunciou sobre as ferramentas de proteção que estavam instaladas nos equipamentos roubados.

 

Em comum, os especialistas evitam apontar culpados no caso Petrobras ou criticar os procedimentos adotados, devido a algumas perguntas não terem sido respondidas claramente. "Qual era o real impacto da informação? Não sabemos ainda", diz o consultor, professor do MBA de segurança da informação da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap) e autor de dois livros sobre o tema, Edison Fontes.

 

Ele explica que as informações devem ser categorizadas de acordo com seu risco. Há as sigilosas, as que podem trazer problemas de imagem ou que prejudicam as operações da empresa. Para cada categoria e nível de periculosidade deve haver diferentes formas de proteção.

 

O problema pode estar em falha humana dos usuários, que no caso eram funcionários da Halliburton, parceira da brasileira. "Na Petrobras, a área de segurança da informação reporta-se diretamente à presidência há mais de dois anos, prática que é a recomendada", afirma Edison Fontes. Isso significa força política dentro da organização para os responsáveis em estabelecer os processos de segurança.

 

Mas Fontes defende que não deve caber à área de segurança definir quais são as informações mais relevantes, pois a responsabilidade é de quem lida com elas.

 

C2(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Carlos Eduardo Valim)


Fonte Gazeta Mercantil Online - www.gazetamercantil.com.br
http://www.gazeta.com.br/integraNoticia.aspx?Param=608%2c0%2c+%2c1547675%2cYTRE

Autor Redação

Data de Edição 21/02/2008

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Brasil figura em ranking mundial de tecnologia de informação

da BBC Brasil

Três companhias brasileiras fazem parte de um ranking mundial das cem melhores empresas provedoras de serviços de tecnologia de informação (IT, na sigla em inglês) e de "outsourcing" a ser publicado no mês que vem.

Duas delas --CPM Braxis e DBA Engenharia de Sistemas-- figuram no ranking desde 2006, e a outra --Politec-- entrou na lista no ano passado, informou um porta-voz da revista Global Services, do grupo CyberMedia. A sondagem está em sua quarta edição.

O país com mais empresas na lista é os Estados Unidos: 43 no total. Já a Índia, com 29, é o país emergente que mais sedia empresas líderes nos setores de IT e outsourcing. Segundo a revista, as empresas indianas tiram entre dois terços e três quartos de seus proventos da economia americana.

China e Malásia aparecem com quatro empresas cada uma, e três empresas russas estão na lista. Para a CyberMedia, a presença de empresas deste ramo no Brasil, na Rússia, na China e na Malásia "é um pequeno lembrete de que estes países estão emergindo como destinos viáveis de outsourcing".

Estas companhias provêem diversos serviços, que incluem IT, finanças, contabilidade, infra-estrutura, recursos humanos e centros de contato. Quase metade delas provê serviços de outsourcing e IT, cerca de 30% provêem apenas IT e outros 21% provêm apenas outsourcing.

Argentina, Canadá, México, Filipinas, Cingapura e Reino Unido aparecem no ranking com duas empresas, e República Tcheca, França e Ucrânia aparecem com uma cada qual.

A pesquisa dividiu as empresas em categorias, e elegeu as líderes. Entre estas, destacam-se a provedora de softwares indiana Tata Consultancy Services (TCS) como a melhor companhia de serviços de IT, e a mexicana Softtek como destaque dos mercados do hemisfério Sul.

Fonte: FolhaOnLine

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quinta-feira, fevereiro 21, 2008

A arte de negociar

A arte de negociar !

PAI - escolhi uma ótima moça para você casar.
FILHO - Mas, pai, eu prefiro escolher a minha mulher.
PAI - Meu filho, ela é filha do Bill Gates...
FILHO - Bem, neste caso, eu aceito.
Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.
PAI - Bill, eu tenho o marido para a sua filha!
BILL GATES - Mas a minha filha é muito jovem para casar!
PAI - Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial...
BILL GATES - Neste caso, tudo bem.
Finalmente, o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.
PAI - Sr. Presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
PRES. BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, mais do que o necessário.
PAI - Mas, Sr., este jovem é genro do Bill Gates.
PRES. BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo!

Moral da estória: Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.


Fonte: Email recebido...

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terça-feira, fevereiro 19, 2008

TI irá desembarcar na Bolsa

Diversas empresas de áreas ligadas à TI (tecnologia da informação) estão preparando sua ida à Bolsa. Em meio às turbulências nos mercados acionários mundiais, um dos caminhos escolhidos é o da Bovespa Mais, que possibilita captações menores. A próxima companhia a tomar esse rumo deve ser a Senior Solution, cujos principais sócios são o fundo de venture capital Stratus e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A decisão final será tomada entre março e abril. E o IPO está programado para ocorrer ainda no 1º semestre do ano. "Estávamos aguardando para ver como seria a estréia do Bovespa Mais. Nossa avaliação é que, mesmo em um momento de alta aversão a riscos, a chegada da Nutriplant mostrou que nossa ida ao novo segmento é viável", explica o presidente da Senior Solution, Bernardo Gomes. A empresa, que tem como clientes os dez maiores bancos privados do País, dobrou seu faturamento - de R$ 15 milhões para R$ 30 milhões - entre 2006 e 2007. "Com o IPO, esperamos ter fôlego para faturar R$ 400 milhões em alguns anos. Isso tornará possível nosso planos de internacionalização. Para isso, precisaremos do mercado de capitais para continuar adquirindo empresas e ganhando escala e volume", afirma Gomes.

Há outras companhias de TI do País que mantêm o interesse em listar-se e negociar ações. Porém, devem aguardar um momento mais favorável para preparar sua oferta pública inicial de ações. É o caso da goiana Politec, que atua com manutenção de software e sistemas e gestão de empresas. Seu faturamento anual é superior a R$ 500 milhões. "Nosso plano é ir à Bolsa em 2009. Queremos chegar ao Novo Mercado e, por isso, temos de aguardar a próxima janela que o mercado abrir", diz o diretor-presidente da Politec, Luiz Ribeiro.

Outra companhia do segmento de TI que se estrutura para fazer IPO é a CPM Braxis, uma das maiores empresas brasileira de TI. No entanto, de acordo com as informações apuradas pela Gazeta Mercantil, sua oferta não ocorrerá em 2008. A empresa organiza-se internamente e o assunto voltará à ordem do dia com maior intensidade no fim do ano. "Há, em TI, uma corrida por consolidação, ganhar musculatura e ir à Bolsa", afirma o conselheiro da ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital), Sidney Chameh.

O executivo, que também é sócio-fundador da DGF (Decisão Gestão de Fundos), foi um dos responsáveis pelo aporte que gerou, em 2005, a fusão entre Microsiga e Logocenter. No ano seguinte, fortalecida, a empresa abriu capital na Bovespa, com nome de Totvs. Com a oferta mista de papéis, levantou aproximadamente R$ 460 milhões. "Acredito que há pelo menos dez empresas do setor em processo de preparação para fazer seu IPO. Até o fim do ano passado, uma companhia com faturamento anual de R$ 100 milhões era alvo para ir à Bolsa. Agora, terão de esperar um momento mais favorável, devido ao nível de incerteza na economia norte-americana", pondera.

Na prateleira da CVM

Atualmente, duas companhias de TI têm pedidos de registros em análises na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). São a Tivit, que deu entrada no processo no início de outubro do ano passado, e a Locaweb, que fez o mesmo no fim do mês seguinte. A Tivit, no entanto, solicitou a suspensão da oferta por 60 dias. Durante o período, pode optar por dar seqüência ao processo ou desistir de fazer seu IPO.

Para o diretor de auditoria da BDO Trevisan, Henrique Campos, ofertas de ações de outras empresas de tecnologia da informação devem vir ainda no segundo trimestre do ano. "Há dois fatores que definirão esse movimento. O primeiro tem relação com os balanços e análises de resultados das empresas - o prazo vai até 31 de março. O segundo fator será o término do ano financeiro, que acontece em 31 de julho", cita, referindo-se ao mercado americano. "Até lá, muitas das empresas de TI com origem familiar devem decidir ir ao mercado", estima o especialista de mercado de capitais da BDO Trevisan.

Há, entretanto, outros fatores que podem tornar a ida de empresas de TI à Bovespa mais lenta. "O maior deles está ligado às relações trabalhistas que essas firmas mantêm com seus colaboradores", diz um dos sócios da Deloitte, Eduardo Jorge Costa. "Há nelas um alto nível de terceirização e são poucas as que seguem as normas trabalhistas da forma adequada", diz o executivo.

Para Costa, o mercado mostrará para essas companhias que fazer uma oferta de ações listando-se no Bolsa de Valores não será mais viável. "Os bancos coordenadores não têm muito interesse por colocações menores, que é o propósito desse tipo de segmento. E, além disso, como o mercado está mais seletivo na escolha de papéis, acho que o jeito será mesmo ir direto para o Novo Mercado", explica Costa.

O valor médio para a oferta de ações de uma companhia do segmento de TI é de R$ 600 milhões. O cálculo é do advogado Gustavo Contrucci, do escritório Castro, Barros, Sobral e Gomes, que confirma que a questão da governança corporativa é um dos aspectos muito considerados pelo mercado ultimamente. "O caso Cisco fez com que essa percepção se acentuasse", afirma o advogado.

Em outubro do ano passado, a Cisco foi acusada de organizar um esquema fraudulento de importações para não recolher impostos, cuja investigação se prolonga até hoje. De acordo com a PF (Polícia Federal), as perdas para o Fisco podem ter alcançado mais de R$ 500 milhões nos últimos cinco anos.

Na ocasião, o presidente da companhia no Brasil, Pedro Ripper, foi preso pela PF. "Após esse episódio, houve uma certa retração de empresários do setor. Eu tinha um cliente cujo contrato de compra de uma companhia estava assinado. Desistiu", lembra o advogado. O negócio envolvia, segundo Contrucci, R$ 148 milhões.(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Luciano Feltrin)

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