Depois da febre que ocorreu com o filme "Tropa de Elite", tem algumas frases (entre tantas) que quero transcrever aqui. Essas frases do filme devem servir para reflexão, além de serem muito legais:
"Quantas crianças a gente tem que perder pro tráfico só pra um playboy enrolar um baseado";
"Só rico com consciência social é que não entende que guerra é guerra";
"O curso do BOPE prepara os policiais para a guerra e não adianta me dizer que isso é desumano. Enquanto os traficantes tiverem dinheiro pra se armar, a guerra continua."
domingo, outubro 28, 2007
Sobre o Tropa de Elite
sábado, outubro 27, 2007
Errando e Aprendendo
"Se pudesse viver minha vida outra vez, trataria de cometer mais erros"
JORGE LUIS BORGES, Escritor e poeta argentino (1899-1986)
MANFRED KETS DE VRIES, Professor do INSEAD, mencionando os atributos do executivo do futuro, colocou entre suas responsabilidades a criação de um clima organizacional que permitisse ao subordinado cometer erros. Mais ainda, acrescentou que quanto mais cedo na carreira de um Gerente erros forem cometidos, menor será o custo desses erros.
Cometer erros é inerente ao processo de aprendizagem; cometer erros e assumir riscos é atributo fundamental para o exercício da função gerencial.
Em tempos em que as organizações precisam entender tanto de seu negócio, quanto de mudança, os erros são o caminho mais curto para tornar o processo de mudança mais permanente e auto-sustentado.
A seguir algumas considerações sobre a importância do erro no processo de desenvolvimento gerencial:
- Começamos a ter medo do erro em nossa infância, quando nossos pais só recriminavam nossas ações, diziam o que estava errado, mas não discutiam conosco alternativas para consertar os erros. (ênfase na crítica e não no processo educacional)
- Quando um erro é cometido, sempre se torna importante questionar o porquê; o problema pode estar com o subordinado (falta de preparação, competência etc) ou com seu superior (erro na definição do que deve ser feito, indefinição dos limites de decisão etc). Nossos superiores tendem a achar que o erro é mais problema nosso do que deles!
- Como se cria um clima de "liberação para erros"? Eis algumas frases que podem ajudar:
"Na dúvida, erre por ação e não por omissão"
"Não espere eu retornar, decida se a situação o exigir"
"Você tem direito a errar 5% de suas ações, minha expectativa é que você acerte 95%".
- Ainda dentro do "clima de liberação para erros", a realização de uma reunião mensal em que cada um faz uma auto-análise dos erros e acertos (iniciando-se pela apresentação do superior hierárquico), pode se constituir num excelente instrumento para que o grupo evite erros já cometidos.
- Se o subordinado cometeu um erro, use esse momento como uma oportunidade de aprendizado seja para redefinição de políticas, margens de decisão, necessidade de mais informações de sua parte etc.
- A aproximação do superior/subordinado através de uma relação mútua de confiança é um ótimo antídoto para erros. Como construí-la? Respeitando-se os quatro elementos geradores de confiança:
Credibilidade: cumprir o que promete, fazer o que diz
Confiança: dizer o que pensa e sente, não dissimular
Abertura: dividir com o outro as informações de que dispõe, não escondendo o jogo
Aceitação: aceitar as diferenças individuais, conviver bem com elas
- O erro não deve ser transformado num problema pessoal; julgar alguém por um erro cometido é abrir caminho para que todos na organização evitem ousar.
- O erro é uma excelente oportunidade para se aplicar o conceito de "momentos da verdade". Na medida em que erros se repetem na interação com clientes internos ou externos, é importante definir-se "respostas/comportamentos padrão para solução do problema". Trata-se de uma situação típica onde o erro se transforme em oportunidade de melhor relacionamento com o cliente.
- A eliminação de um erro tem mais a ver com a análise e correção de suas "causas" do que com ações sobre seus "efeitos".
- Erros às vezes são conseqüências da utilização de apenas um dos hemisférios cerebrais (lado racional ou lado criativo). A utilização simultânea e equilibrada de ambos, no processo decisório, aperfeiçoará a qualidade do output, minimizando a possibilidade de enganos.
- O perfeccionista reduz o número de erros, mas tende a prejudicar a velocidade das respostas.
Estas são apenas algumas idéias para nos ajudar a usar o erro como oportunidade para desenvolvimento gerencial; não se trata de uma apologia do erro, mas de um convite para que todos ousem mais.
Que tal reunir superior/subordinados/pares e fazer avaliação do grupo tendo por base esse texto?
quinta-feira, outubro 25, 2007
O Anel - Uma parábola sobre seu VALOR PESSOAL
O Anel
Quanto você vale?
- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse: - Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou: - Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- C…claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.
Entrou na casa e disse: - Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou: - 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente…
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
Fonte: AquiTodos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
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quarta-feira, outubro 24, 2007
Encerramento de conta corrente
Interessantíssima essa matéria: Se você tem uma conta corrente inativa, e está com problemas para encerrá-la, prepare-se, pois finalmente, as coisas vão melhorar, e serem facilitadas... é estranho ter que vibrar por uma coisa que parece ser tão óbvia, mas só quem já tentou fazer isso e teve algum problema é que sabe o quanto é triste... veja a matéria:
Procon-SP e Febraban apresentam roteiro que facilita encerramento de conta corrente
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Fonte: Procon
quarta-feira, outubro 17, 2007
segunda-feira, outubro 15, 2007
Ciclo de vida do Midlet
Conversando com meu coordenador na empresa, ele fez uma pergunta interessante, para os estagiários novos, mas eu também não sabia responder, até ele me dizer, uma semana antes... então depois fazendo uma pesquisa simples, achei legal colocar aqui uma breve descrição da resposta, é uma coisa bem simples, mas é importante saber para quem está nessa área... O que é o Ciclo de Vida de um Midlet???
Uma aplicação MIDP (Mobile Information Device Profile) pode receber o nome de MIDlet. O MIDlet é similar a um Applet, pois tem um ciclo de vida em estados que são representados como métodos. O startApp() é a execução do MIDlet, pauseApp() é executado quando se está em espera e destroyApp() que finaliza a aplicação... além disso também no destroy app que se faz a chamada ao garbage colection (que limpa os lixos residuais na memória após a execução de uma aplicação - coletor de lixo, literalmente)...
Uma aplicação desse tipo, faz usa da classe MIDlet, ou seja, estende essa classe, sempre... desse modo, assim que o usuário fizer uma chamada a esse MIDlet, passará pelo método startApp(), que tornará a aplicação em estado de ATIVA. Durante a execução do mesmo, toda e qualquer interrupção que o dispositivo receber, seja ela, por comando do usuário, ou uma interrupção por chamada de Voz ou Dados, como um SMS ou MMS, ou até mesmo a informação vinda do dispositivo, do tipo, bateria fraca, etc... deverá passar pelo método pauseApp(), que deixará a aplicação em modo de espera... nesse estado, a aplicação pode ser finalizada, ou retornar ao modo ativo...
Por fim, quando for finalizada a aplicação, essa deverá obrigatoriamente passar pelo método destroyApp() que tornará a aplicação em modo destruída, executando então a finalização da mesma...
Veja como criar um exemplo nesse link aqui.
HDTV - TV Digital
Estava vendo um link interessante, sobre a TV Digital, ou HDTV, tem uma cartilha interessante, que pode ajudar a tirar muitas dúvidas suas, ou de quem, por acaso, lhe perguntar... vale a pena dar uma olhada aqui.
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