Chupinhando do -- AFurtado!!!
Um aluno do curso de RUP da Qualiti Software Processes, o Geilson Carlos, fez um cordel extremamente interessante para estudar para o RUP! Segue abaixo a obra do "repentista do RUP":
RUP é muito geral
Nem tudo se vai usar
Pra ficar bem adequado
É preciso instanciar
Para instanciar o RUP
E usá-lo de verdade
Defina padrões e guias
Para sua realidade
O RUP é iterativo
E também incremental
Guiado por casos de uso
Com foco arquitetural
Ao utilizar o RUP
Dentro dos nossos projetos
Vem junto com o paradigma
Orientado a objetos
Como prega o ditado
Quem tem pressa come cru
O macete é trabalhar
Com o tal do workflu
O principal benefício
De uma metodologia
É dizer bem direitinho
Quem chupa cana e quem assovia
O processo de desenvolvimento
Que não tem métodos e práticas
Só tem certeza que chega
A conclusões enigmáticas
Com pontos bem definidos
E responsáveis decentes
Engrandece o processo
Fortalece ingredientes
Numa metodologia
Boa prática é o que atrai
Um artefato que entra
Não é o mesmo que sai
Uma descrição sistemática
Que é fácil de entender
Constitui um bom modelo
Na arte de desenvolver
Mesmo com boa linguagem
Ferramentas, padrão e guia
Precisa do povo treinado
Pra cumprir a metodologia
Se procuras de antemão
Trabalhar com qualidade
É mister que da atitude
Nasce produtividade
Trabalhar sob controle
Dentro de prazos e custos
Aumenta a qualidade
E evita levar sustos
Começar devagarinho
É a grande sensação
Pra colher os resultados
Requer adaptação
É certo que a experiência
Faz o quengo calejar
Convergindo para o ponto
Que o cliente desejar
Se torna imprescindível
Treinamento adequado
E precisa de apoio
Bem especializado
É melhor ter paciência
E prestar muita atenção
Focar no acompanhamento
Do nível de absorção
Para ser fiel ao RUP
Sem fugir do que ele prega
Siga os casos de uso
Dos requisitos a entrega
Para ter bom rendimento
Do RUP nesse universo
Use os casos de uso
Durante todo o processo
Não se assuste se algum ponto
Parecer repetitivo
É assim que funciona
O processo iterativo
Para dividir o RUP
Nas partes que o compõe
Vamos começar com Fases
Fluxos e Iterações
Tem que em cada atividade
Um responsável envolver
Pra fazer os artefatos
No padrão que deve ser
Você está convidado
A embarcar nessa nave
Comece a praticar
Todos os conceitos-chave
Pegue as primeiras letras
Dos termos é vá pra cama
E durma a soletrar
A palavra FIFAGRAMA
Sonhe com os carneirinhos
Com duendes e leões
Mas não esqueça que falta
Na seqüência os padrões
Não precisa se morder
E arrancar os cabelos
Pense que existem guias
Artefatos e modelos
Pra construir, companheiro
Não vá se agoniar
É preciso conceber
E depois elaborar
Ao pensar em elaborar
De uma forma notável
Tente eliminar os riscos
Torne a arquitetura estável
Estabelecer o escopo
É o começo do batente
E mostra se é viável
O projeto ir em frente
Na fase de construção
Uma sacada de mestre
É entregar o produto
Só depois do beta teste
Para ter maturidade
Cuidado nunca é demais
Não deixe de definir
Sempre marcos principais
Não negligencie os testes
Não dê uma de otário
Para não passar vergonha
No ambiente do usuário
Cada marco em uma fase
É chamado secundário
E o release neste ponto
Diz-se intermediário
Os fluxos são divididos
Quando de atividades
Em processo e suporte
E tem suas qualidades
O primeiro fluxo bala
Que é dito de suporte
Se chama planejamento
E gerenciamento, filhote
Outro fluxo de suporte
Arretado que só a gansa
É chamado de gerência
De configuração e mudança
Os fluxos básicos, meu rei
É coisa que só a peste
Requisitos e análise
Implementação e teste
E pra completar os fluxos
Preste muita atenção
Para não deixar de fora
O de distribuição
Fluxos de atividades
Têm segundas intenções
Agrupam atividades
Que tenham correlações
Modelagem de negócio
Eu esqueci, eu confesso
E também implantação
Como fluxos de processo
Esquecer mais uma vez
A jeriquez é muito forte
Não botei o ambiente
Com fluxo de suporte
Para os fluxos de processo
Lá se vai mais aresia
Pegue as primeiras letras
Que vai dar TIAMARIA
Observe cada elemento
Que compõe atividades
Junte as primeiras letras
E veja um PREGO de verdade
Descrever atividades
Usando o sentido lato
É receber as entradas
E gerar os artefatos
Deve existir modelos
Ligados aos artefatos
Que digam como se faz
E padronize os formatos
Aceite a definição
E navegue numa boa
Responsáveis são perfis
E papéis, mas não pessoas
Ele pode ser gerente
Arquiteto ou analista
E até programador, testador
Mas não Batista
Você tem que ter cuidado
E prestar muita atenção
No papel dos componentes
Que mudam em cada visão
Pra você que faz programa
E tem jogo de cintura
Não esqueça que o sistema
Sempre tem arquitetura
Um componente mimoso
Que parece uma fofura
Tem o sem comportamento
Dentro da arquitetura
Quando tiver na privada
Jogando sólido no molhado
Lembre que a arquitetura
Esconde detalhe privado
Se você tomou leitinho
Vindo da vaca malhada
Esconda da arquitetura
A informação detalhada
A arquitetura ajuda
Em dois pontos cruciais
Ligadas a decisões
Técnicas e gerenciais
Viu um disco voador
E não foi abduzido
Em uma análise global
Teve o risco reduzido
Descansar é importante
Vá tomar um milkshake
Pegue três stakeholders
E faça um holderstake
De você nasceu um filho
Do filho nasceu 10 netos
Temos um problema crítico
No início do projeto
A saúde é um componente
Que a vida se orgulha
Temos que tomar cuidado
Com o reuso de agulha
Abstração não tem pai
E o goiamum é igual
Esse é um entendimento
Mútuo e consensual
Uma boa arquitetura
É como filho adolescente
Muda fácil de humor
E que ser independente
Uma boa arquitetura
É um viagra de verdade
Estende o sistema
Mas não a complexidade
Tem um sapo lá em casa
Que é muito inteligente
Consumiu 3 dados velhos
Produziu um diferente
Uma boa arquitetura
É fácil de entender
Separa os interesses
E a sobra manda esconder
Falar corretamente
Está para muita leitura
O sucesso de um projeto
Está para arquitetura
Piloto de formula 1
Tem que mitigar os riscos
E se andar devagar
Segura a bomba dos críticos
A união faz a força
É uma máxima milenar
Estruturar em camadas
É dividir para conquistar
Entre interface e negócio
Tem a comunicação
Se furar esse esquema
Os dados ficam na mão
Se você for no cassino
Falar de arquitetura
É lá que negócio e dados
Fazem uma grande mistura
Uma boa arquitetura
Pra se dar bem na parada
Tem que ter controlador
Cadastro, tela e fachada
Coitado do cascateiro
O seu tempo expirou
Seu costume iterativo
Sua vida lhe ceifou
Para ser bom torcedor
Torça pela cruz de malta
Não procure o rubro-negro
Que uma grande cascata
Usar modelo cascata
Um negócio não é
É tipo motocicleta
Já nasceu sem marcha ré
Trabalhou com o cascatinha
É um pouco arriscado
Não é simples de rever
Erros feitos no passado
O modelo espiral
Mais parece um embuá
Dificulta o contrato
Que demora pra fechar
Pra mexer com o danado
Não é brincadeira não
Tem que entender do risco
Dominar o vinilzão
O modelo iterativo
Trouxe uma inovação
Ressucitou o cascata
E gerou revolução
De posse do iterativo
Os riscos surgem mas cedo
E podemos abrir mão
Dos trabalhos de Quevêdo
Os testes realizados
De uma forma não-discreta
Permite ver o progresso
Com medida mais concreta
A vantagem do modelo
Em antecipar os riscos
É que livra o projetista
Da chance de pagar micos
Uma das grandes sacadas
Mel na boca do moleque
É que ajuda o projetista
Com o tal do feedback
Se o engenheiro sortudo
Tiver dotes criativos
Usa o foco em curto prazo
Com pequenos objetivos
Mais informações sobre a Qualiti, do qual o Geilson é aluno:
Qualiti Software Processes
Avenida Marquês de Olinda, n° 126 -4° andar
Bairro do Recife,CEP:50030-901, Recife-PE
Tel/Fax:+55(81)3303.1210
www.qualiti.com.br
[]s
-- AFurtado
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