sexta-feira, abril 13, 2007

Literatura de RUPEL (RUP + Cordel)




Chupinhando do -- AFurtado!!!

Um aluno do curso de RUP da Qualiti Software Processes, o Geilson Carlos,  fez um cordel extremamente interessante para estudar para o RUP! Segue abaixo a obra do "repentista do RUP":

RUP é muito geral
Nem tudo se vai usar
Pra ficar bem adequado
É preciso instanciar

Para instanciar o RUP
E usá-lo de verdade
Defina padrões e guias
Para sua realidade

O RUP é iterativo
E também incremental
Guiado por casos de uso
Com foco arquitetural

Ao utilizar o RUP
Dentro dos nossos projetos
Vem junto com o paradigma
Orientado a objetos

Como prega o ditado
Quem tem pressa come cru
O macete é trabalhar
Com o tal do workflu

O principal benefício
De uma metodologia
É dizer bem direitinho
Quem chupa cana e quem assovia

O processo de desenvolvimento
Que não tem métodos e práticas
Só tem certeza que chega
A conclusões enigmáticas

Com pontos bem definidos
E responsáveis decentes
Engrandece o processo
Fortalece ingredientes

Numa metodologia
Boa prática é o que atrai
Um artefato que entra
Não é o mesmo que sai

Uma descrição sistemática
Que é fácil de entender
Constitui um bom modelo
Na arte de desenvolver

Mesmo com boa linguagem
Ferramentas, padrão e guia
Precisa do povo treinado
Pra cumprir a metodologia

Se procuras de antemão
Trabalhar com qualidade
É mister que da atitude
Nasce produtividade

Trabalhar sob controle
Dentro de prazos e custos
Aumenta a qualidade
E evita levar sustos

Começar devagarinho
É a grande sensação
Pra colher os resultados
Requer adaptação

É certo que a experiência
Faz o quengo calejar
Convergindo para o ponto
Que o cliente desejar

Se torna imprescindível
Treinamento adequado
E precisa de apoio
Bem especializado

É melhor ter paciência
E prestar muita atenção
Focar no acompanhamento
Do nível de absorção


Para ser fiel ao RUP
Sem fugir do que ele prega
Siga os casos de uso
Dos requisitos a entrega

Para ter bom rendimento
Do RUP nesse universo
Use os casos de uso
Durante todo o processo

Não se assuste se algum ponto
Parecer repetitivo
É assim que funciona
O processo iterativo

Para dividir o RUP
Nas partes que o compõe
Vamos começar com Fases
Fluxos e Iterações

Tem que em cada atividade
Um responsável envolver
Pra fazer os artefatos
No padrão que deve ser

Você está convidado
A embarcar nessa nave
Comece a praticar
Todos os conceitos-chave

Pegue as primeiras letras
Dos termos é vá pra cama
E durma a soletrar
A palavra FIFAGRAMA

Sonhe com os carneirinhos
Com duendes e leões
Mas não esqueça que falta
Na seqüência os padrões

Não precisa se morder
E arrancar os cabelos
Pense que existem guias
Artefatos e modelos

Pra construir, companheiro
Não vá se agoniar
É preciso conceber
E depois elaborar

Ao pensar em elaborar
De uma forma notável
Tente eliminar os riscos
Torne a arquitetura estável

Estabelecer o escopo
É o começo do batente
E mostra se é viável
O projeto ir em frente

Na fase de construção
Uma sacada de mestre
É entregar o produto
Só depois do beta teste

Para ter maturidade
Cuidado nunca é demais
Não deixe de definir
Sempre marcos principais

Não negligencie os testes
Não dê uma de otário
Para não passar vergonha
No ambiente do usuário

Cada marco em uma fase
É chamado secundário
E o release neste ponto
Diz-se intermediário

Os fluxos são divididos
Quando de atividades
Em processo e suporte
E tem suas qualidades

O primeiro fluxo bala
Que é dito de suporte
Se chama planejamento
E gerenciamento, filhote

Outro fluxo de suporte
Arretado que só a gansa
É chamado de gerência
De configuração e mudança

Os fluxos básicos, meu rei
É coisa que só a peste
Requisitos e análise
Implementação e teste

E pra completar os fluxos
Preste muita atenção
Para não deixar de fora
O de distribuição

Fluxos de atividades
Têm segundas intenções
Agrupam atividades
Que tenham correlações

Modelagem de negócio
Eu esqueci, eu confesso
E também implantação
Como fluxos de processo

Esquecer mais uma vez
A jeriquez é muito forte
Não botei o ambiente
Com fluxo de suporte

Para os fluxos de processo
Lá se vai mais aresia
Pegue as primeiras letras
Que vai dar TIAMARIA

Observe cada elemento
Que compõe atividades
Junte as primeiras letras
E veja um PREGO de verdade

Descrever atividades
Usando o sentido lato
É receber as entradas
E gerar os artefatos

Deve existir modelos
Ligados aos artefatos
Que digam como se faz
E padronize os formatos

Aceite a definição
E navegue numa boa
Responsáveis são perfis
E papéis, mas não pessoas

Ele pode ser gerente
Arquiteto ou analista
E até programador, testador
Mas não Batista

Você tem que ter cuidado
E prestar muita atenção
No papel dos componentes
Que mudam em cada visão

Pra você que faz programa
E tem jogo de cintura
Não esqueça que o sistema
Sempre tem arquitetura

Um componente mimoso
Que parece uma fofura
Tem o sem comportamento
Dentro da arquitetura

Quando tiver na privada
Jogando sólido no molhado
Lembre que a arquitetura
Esconde detalhe privado

Se você tomou leitinho
Vindo da vaca malhada
Esconda da arquitetura
A informação detalhada

A arquitetura ajuda
Em dois pontos cruciais
Ligadas a decisões
Técnicas e gerenciais

Viu um disco voador
E não foi abduzido
Em uma análise global
Teve o risco reduzido

Descansar é importante
Vá tomar um milkshake
Pegue três stakeholders
E faça um holderstake

De você nasceu um filho
Do filho nasceu 10 netos
Temos um problema crítico
No início do projeto

A saúde é um componente
Que a vida se orgulha
Temos que tomar cuidado
Com o reuso de agulha

Abstração não tem pai
E o goiamum é igual
Esse é um entendimento
Mútuo e consensual

Uma boa arquitetura
É como filho adolescente
Muda fácil de humor
E que ser independente

Uma boa arquitetura
É um viagra de verdade
Estende o sistema
Mas não a complexidade

Tem um sapo lá em casa
Que é muito inteligente
Consumiu 3 dados velhos
Produziu um diferente

Uma boa arquitetura
É fácil de entender
Separa os interesses
E a sobra manda esconder

Falar corretamente
Está para muita leitura
O sucesso de um projeto
Está para arquitetura

Piloto de formula 1
Tem que mitigar os riscos
E se andar devagar
Segura a bomba dos críticos

A união faz a força
É uma máxima milenar
Estruturar em camadas
É dividir para conquistar

Entre interface e negócio
Tem a comunicação
Se furar esse esquema
Os dados ficam na mão

Se você for no cassino
Falar de arquitetura
É lá que negócio e dados
Fazem uma grande mistura

Uma boa arquitetura
Pra se dar bem na parada
Tem que ter controlador
Cadastro, tela e fachada

Coitado do cascateiro
O seu tempo expirou
Seu costume iterativo
Sua vida lhe ceifou

Para ser bom torcedor
Torça pela cruz de malta
Não procure o rubro-negro
Que uma grande cascata

Usar modelo cascata
Um negócio não é
É tipo motocicleta
Já nasceu sem marcha ré

Trabalhou com o cascatinha
É um pouco arriscado
Não é simples de rever
Erros feitos no passado

O modelo espiral
Mais parece um embuá
Dificulta o contrato
Que demora pra fechar

Pra mexer com o danado
Não é brincadeira não
Tem que entender do risco
Dominar o vinilzão

O modelo iterativo
Trouxe uma inovação
Ressucitou o cascata
E gerou revolução

De posse do iterativo
Os riscos surgem mas cedo
E podemos abrir mão
Dos trabalhos de Quevêdo

Os testes realizados
De uma forma não-discreta
Permite ver o progresso
Com medida mais concreta

A vantagem do modelo
Em antecipar os riscos
É que livra o projetista
Da chance de pagar micos

Uma das grandes sacadas
Mel na boca do moleque
É que ajuda o projetista
Com o tal do feedback

Se o engenheiro sortudo
Tiver dotes criativos
Usa o foco em curto prazo
Com pequenos objetivos

Mais informações sobre a Qualiti, do qual o Geilson é aluno:

Qualiti Software Processes
Avenida Marquês de Olinda, n° 126 -4° andar
  Bairro do Recife,CEP:50030-901, Recife-PE
  Tel/Fax:+55(81)3303.1210
  www.qualiti.com.br

[]s
-- AFurtado


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