quinta-feira, setembro 18, 2008

Quem dobrou teu pára-quedas hoje?

Recebi essa mensagem de uma amiga por email, e achei interessante postar aqui... como não tem fonte, vou deixar os créditos para o nome citado no texto...

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.

Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.

Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.

Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:

"Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"

"Sim, como sabe?", perguntou Plumb.

"Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"

Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:

"Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:

"Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca o notei"?

"Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:

"Quem dobrou teu pára-quedas hoje?".

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terça-feira, setembro 09, 2008

Nascimento na era da informática

-Pai, como é que eu nasci? -
Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia !!!
O que aconteceu foi o seguinte:
Eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num Chat desses da Net, que existem para se conversar.
O papai marcou um interface com a mamãe num Cybercafé e acabamos plugados no banheiro dele.
A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Joy Stick do papai e quando estava tudo pronto para a transferência de arquivo, descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco.
Como era tarde demais para dar o ESC, papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois, o Vírus apareceu.

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sábado, setembro 06, 2008

(Des) Atendimento ao Cliente

Em meio a toda a atual "crise" em busca do melhor atendimento ao cliente, a própria "busca" pelo cliente, é interessante como verdades como a relatada abaixo, ainda se faz presente hoje em dia, e pior, ocorre desde pequenas lojas a grandes empresas, renomadas e cheias de experiência e até certificações disso e daquilo... mas... cometem essas banalidades.

Pessoalmente: - Detesto ser abordado por vendedores, sem que eu lhes solicite... mas é inevitável... não percebem que o desejo de vender, acabam atrapalhando um "possível" comprador, que desiste, e vai embora de mãos vazias.

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Domingo à tarde, nada melhor que passear com a família no shopping. Lá estava eu, olhando as vitrines, completamente de bobeira e sem compromisso. Entro na livraria – meu destino favorito – e paro, primeiramente, na seção de revistas. Em menos de dez segundos, uma atendente me aborda com um grande sorriso nos dentes: “Boa tarde, senhor! Está procurando alguma coisa específica?”. Educadamente, respondi com o tradicional “estou apenas olhando, obrigado”. A atendente se coloca à disposição e me entrega uma fichinha com o seu nome e um código, algo de extremo mau gosto (a moda nessa livraria é entregar essas fichas para que as vendas sejam computadas ao atendente, independente dele prestar um atendimento ao cliente ou não).

Seleciono três revistas, e me dirijo à seção de livros de negócios. Ao me ver, a mesma atendente me aborda novamente: “chegaram muitas novidades essa semana! Está procurando algum título específico?”. Começo a pensar que ela é dotada de algum tipo de radar, ou sensor de movimento. Dispenso outra vez a sua ajuda com a mesma cordialidade, e inicio a leitura da contra-capa de um livro de marketing. “Quer uma cestinha pra colocar as revistas?”, quase grita no meu pé do ouvido, sempre sorrindo. “Isso não pode estar acontecendo”, penso eu. Mais uma vez, agradeço a atendente, e me dirijo ao fundo da livraria, com a intenção de me esconder e poder ler em paz a sinopse do livro. “Agora eu me livro dela”, falo com os meus botões.

Encontro uma confortável cadeira, sento-me e cruzo as pernas. Acho fantástico esse ambiente que as livrarias modernas inventaram para nos deixar bastante à vontade. O livro de marketing não era lá essas coisas. Começo a folhear as páginas de um almanaque dos anos 80 que alguém havia deixado na mesa à minha frente. Que interessante! Tinha o Bozo, o Ploc Monster, a Turma do Balão Mágico... “O SENHOR JÁ VIU O ALMANAQUE DOS ANOS 70?”, me desperta do transe nostálgico a maldita sorridente. “Não, obrigado!”, respondo já sem paciência.

Pior do que a falta de atenção ao cliente, só o excesso de atenção ao cliente. As empresas acreditam que impondo metas ou cotas de vendas a seus atendentes irão vender mais. Ledo engano. Fazendo isso, só conseguem transformá-los em chatos de galochas. É preciso deixar um espaço para os clientes respirarem. O processo de compra não é algo linear que começa com “Olá! Posso ajudá-lo?” e termina com “Muito obrigado e volte sempre!”. Envolve variáveis tão desconexas quanto lembrar da infância (eu estava quase comprando o almanaque dos anos 80!), ou imaginar o que a turma da faculdade vai achar do “meu novo computador”. Empresas, aprendam de uma vez: deixem seus clientes à vontade!

Fim da história: despistei a atendente sorridente, deixei as revistas e o almanaque dos anos 80 em uma prateleira e saí da loja de mãos abanando.

* Esse episódio é verídico e ocorreu em uma loja de uma grande rede nacional de livrarias, que recentemente foi comprada por outra rede maior ainda.

Fonte

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sexta-feira, setembro 05, 2008

Ética e Corrupção

Muito interessante essa reportagem no portal UOL...

Sabemos claramente que a corrupção hoje em dia, rola solta, e isso não é apenas por parte de políticos e policiais... a falta de ética é generalizada, e não adianta o brasileiro reclamar, pois é o primeiro a "dar um jeitinho" quando pode...

O povo tem aquilo que merece, penso assim... o mesmo que joga papel e lixo pela janela do carro ou joga lixo no meio da rua, é o mesmo que reclama quando vê lixo jogado em frente sua casa, e não foi jogado por ele, ai ele acha ruim...

Se o povo brasileiro fosse um pouco mais ético, e exigisse o mesmo dos nossos líderes, quem sabe, poderia mudar alguma coisa... mas quando pode, é o primeiro a corromper um policial, e tornar o mesmo, em um policial corrupto... do que um povo que age assim vai poder reclamar?

Se pensar direito, vemos que, são desde as coisas mais simples que vemos o quão corruptos nós somos, ai pare e pense: Se houvesse uma grande oportunidade de você cometer uma grande corrupção, e que com ela, você teria grande vantagem, será que iria resistir? A probabilidade de a resposta for positiva, é grande, mas na prática, basta pensar, se você é daqueles que gosta de aproveitar até mesmo as "pequenas" oportunidades, não seja incoerente, e assuma, uma "grande" oportunidade, você não irá "desperdiçar"...

Faça você também o teste e descubra: Você é corrupto?

http://noticias.uol.com.br/ultnot/infografico/2008/09/05/ult3224u87.jhtm

Fique a vontade para comentar. E repare nos comentários das pessoas, veja aqueles que dão uma risadinha, outros que até falam: "ahhh que pena, eu não tive essa sorte"... é lamentável.

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